Tradução

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

RAPHAEL VERONESE - ENTARDECER

Assistam Raphael Veronese - Talentoso Compositor e Tecladista de Nova Fribugo/RJ/Brasil
Pedidos de CDs pelo T: 55-22-252-7247 ou Cel. 55-22-992592728



                              Se voce gostou, compartilhe, divulgue e ajude a expandir a boa música.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

FESTIVAL DE INVERNO EM NOVA FRIBURGO

A cidade de Nova Friburgo, situada na região serrana do Estado do Rio de Janeiro/Brasil, foi fundada por Decreto Imperial de D. João VI, em 16/05/1818, para acolher imigrantes suíços, na Fazenda do Morro Queimado.  Posteriormente, outras colonias aqui se instalaram, trazendo grande enriquecimento cultural: Alemães, Franceses, Libaneses, Portugueses, Espanhóis, Austríacos, Húngaros, Italianos, Japoneses e Africanos, para cá vieram, transformando a cidade num Caldeirão Cultural, formado por essas 12 nações, incluindo os pioneiros suíços e os brasileiros.
Para saber mais sobre a História das Colonias, acesse: http://www.mesdascolonias.com.br/colonias.php

Aqui, temos festas no decorrer de todo o ano, quando, cada colonia comemorando suas tradições, com muita música, danças e comidas típicas.  É comum vermos tenores cantando em plena praça pública, acompanhados pelas duas bandas centenárias da cidade:

Copie os links e acesse no Youtube:

Banda EUTERPE: 
http://www.youtube.com/watch?v=_6NPQoHR2Sc


 e BANDA CAMPESINA:
 http://www.youtube.com/watch?v=SnIpx_t9jNU


Além de muitos outros talentos:

 NATIVOS:: RAPHAEL VERONESE:
http://www.youtube.com/watch?v=CjNOlUqnkM4

e ADOTIVOS:: MARTIN FERNANDEZ (Argentino)
http://www.youtube.com/watch?v=Jjn8u0XbE94

Sem contar os ilustres convidados, que desenvolvem maravilhosos trabalhos sociais:

ORQUESTRA JOVEM DE CAMPOS:
http://www.youtube.com/watch?v=7-mtUFSMZ5w:

ORQUESTRA DE VIOLINOS DE VOLTA REDONDA
http://www.youtube.com/watch?v=Tdin3c0vIoU

Todos são capazes de nos revitalizar, preenchendo nossos corações com a música, o canto, a dança e a alegria de nos envolvermos com tudo isso.

O FESTIVAL DE INVERNO DE NOVA FRIBURGO reflete esse amor pela cultura, reunindo artistas nacionais e internacionais que, neste ano de 2014 estarão se apresentando no COUNTRY CLUB DE NOVA FRIBURGO, cartão postal da cidade, também pleno de história e tradição.
Veja: http://www.nfcc.com.br/conteudo.php?conteudo=principal

O acesso a Nova Friburgo é feito pela RJ-116, estrada bem pavimentada que sobe as montanhas, serpenteando em meio à Mata Atlantica preservada, onde o frio sub-tropical abre nossos apetites para a excelente gastronomia, e para o acolhimento na diversificada Rede Hoteleira da cidade.

Copie os links e acesse no Google:

RESTAURANTES EM NOVA FRIBURGO
https://www.google.com.br/#q=restaurantes+de+nova+friburgo

HOTÉIS EM NOVA FRIBURGO
https://www.google.com.br/#q=hot%C3%A9is+em+nova+friburgo

 A produção agrícola de horti-fruti-granjeiros e flores é um capítulo à parte, sem falarmos  na indústria de Moda Ïntima, tão atrativa para as visitantes. Veja:

HORTAS EM NOVA FRIBURGO
https://www.google.com.br/search?q=hot%C3%A9is+em+nova+friburgo&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=NOsNU42pFMaAkQehzID4Bg&ved=0CAgQ_AUoAg&biw=1280&bih=687#q=hortas+em+nova+friburgo&tbm=isch

FLORES EM NOVA FRIBURGO
https://www.google.com.br/search?q=hot%C3%A9is+em+nova+friburgo&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=NOsNU42pFMaAkQehzID4Bg&ved=0CAgQ_AUoAg&biw=1280&bih=687#q=FLORES+em+nova+friburgo&tbm=isch

MODA ÍNTIMA EM NOVA FRIBURGO
https://www.google.com.br/search?q=hot%C3%A9is+em+nova+friburgo&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=NOsNU42pFMaAkQehzID4Bg&ved=0CAgQ_AUoAg&biw=1280&bih=687#q=MODA+%C3%8DNTIMA+em+nova+friburgo&tbm=isch

Agora que voce já sabe o caminho do paraíso, fique alerta. Em breve divulgaremos, neste Blog, a programação do FESTIVAL DE INVERNO DE NOVA FRIBURGO/2014.

                                                      SUELI MEIRELLES Website: www.institutoviraser.com

Siga-me e compartilhe! Vamos formar a Massa Crítica para a Mudança de Mentalidade que todos nós desejamos.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

O VÍCIO DO JOGO



            Há alguns anos, nas proximidades das folias de Momo, que sempre ajudam a minimizar os problemas nacionais, o brilho do Carnaval foi ofuscado pelo pipocar de mais um escândalo, trazendo nervosismo e preocupação ao mundo político e financeiro. Por detrás das denúncias, amplamente divulgadas através dos noticiários da época, sobre as falcatruas motivadas pelo vício da corrupção, outro vício, o vício do jogo, tão destrutivo quanto o primeiro, trouxe a público o drama de milhares de pessoas que, impedidas de jogar, em virtude do fechamento dos bingos, entraram em estado depressivo, com isto evidenciando, o quanto já estão dependentes. Pela relevancia da questão, retorno ao assunto.
            Assim como a dependência de álcool, por exemplo, freqüentemente mascarada como hábito social, o vício do jogo vai-se instalando sorrateiramente, até que a pessoa não consiga mais se livrar dele. Seja através de carteados, roletas, máquinas caça-níqueis, ou qualquer outro jogo de azar, grandes patrimônios já se perderam da noite para o dia, quando compulsivos chefes de família cederam ao domínio do vício. Mesmo depois de juras e promessas, diante do sofrimento dos familiares, quando se vêem à beira da ruína, o dependente, após intensa e exaustiva luta interior, torna-se invariavelmente o grande perdedor, sempre vencido pelo impulso de jogar mais uma vez.
            Como qualquer outro, o vício do jogo é um comportamento de compensação para conflitos emocionais não resolvidos. Em nível consciente, o viciado pensa apenas em divertir-se e esquecer os problemas, desviando o foco de atenção das preocupações de vida para o jogo e, automaticamente substituindo um foco “negativo” ( o problema em questão) por um “positivo” ( a expectativa de ganhar), às vezes até mesmo na intenção de resolver o primeiro, se este for um problema financeiro. Ao fazer isto, inadvertidamente o viciado está criando uma conexão neurológica em seu cérebro, entre o ato de jogar e a imagem de ganho ou solução que deseja alcançar, ativando a produção de substâncias químicas responsáveis pela sensação de prazer. Este alívio temporário para o estado de tensão em que vive, torna-se então o grande responsável pelo desenvolvimento do vício, uma vez que o cérebro humano é programado para afastar-se de tudo aquilo que traga sofrimento e aproximar-se de tudo aquilo que cause prazer.
            Poderíamos então perguntar por que o sofrimento da família não é suficiente para afastar o viciado do jogo. O que ocorre é que todo viciado sempre acredita que irá ganhar da próxima vez. Nenhum jogador compulsivo busca o jogo acreditando que irá perder. Sua mente fica obcecada por estratégias de jogadas, podendo chegar a criar até rituais e superstições, com a crença de que elas lhe trarão mais sorte no próximo jogo. Quanto mais enredado e endividado ele estiver, maior será a tensão emocional gerada, e maior a compulsão para jogar.
            Como o vício do jogo não traz os problemas imediatos de saúde física decorrentes de vícios tais como álcool e as drogas, o viciado em jogo tem muito mais dificuldade para livrar-se desta dependência puramente emocional, somente buscando ajuda, quando já se encontra totalmente arruinado.
            Como todo dependente, o viciado em jogo tem uma estrutura de personalidade imatura, despreparada para enfrentar os desafios da vida. Sua dinâmica de relação com o trabalho também pode ter sido distorcida, fazendo com que este lhe pareça um grande castigo ou sacrifício, ao invés de ser uma fonte de realização, que igualmente lhe traria uma sensação de prazer e bem estar, além do necessário recurso financeiro. Como isto não ocorre, a idéia de lucro fácil atende ao desejo de satisfação imediata do psiquismo imaturo, funcionando como uma isca para o incauto jogador, até que ele se veja colhido pela rede de credores ou banqueiros de jogo que, do outro lado da mesa, também são viciados no fabuloso lucro alcançado às custas da desgraça alheia.
            Para que alguém consiga libertar-se da doença, torna-se necessário um profundo trabalho de Reprogramação Mental, através do qual serão identificadas as distorções dos simbolismos registrados no inconsciente. Estes símbolos distorcidos, responsáveis pelos comandos do comportamento compulsivo, deverão ser substituídos por simbolismos construtivos, também disponíveis na mente do indivíduo, voltados para a sua realização pessoal e sustentabilidade. Neste processo, serão trabalhados todos os desvios do caminho original de auto-expressão, resgatando-se os potenciais positivos que efetivamente cada ser humano já possui dentro de si mesmo.

                                                SUELI MEIRELLES   Site: www.institutoviraser.com

 Siga-me e ajude a formar a Massa Crítica para a Mudança de Mentalidade que todos nós desejamos no mundo.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

MEDICALIZAÇÃO DA VIDA


            Em artigo publicado no Jornal do Conselho Regional de Psicologia, uma síntese de Dissertação de Mestrado sinaliza o grave problema da medicalização da vida: Desde as depressões, síndromes de pânico, hipertensão arterial, até a hiperatividade e dificuldades de aprendizagem, passando pelos problemas sexuais de uma população estressada e oprimida por múltiplos problemas sócio-econômicos, tudo, absolutamente tudo é reduzido à falsa idéia de que a pílula mágica resolve todos os problemas, sem que o paciente tenha que parar para rever seus conceitos de vida.
Desde que a química descobriu o efeito das substâncias sobre o organismo humano, no século XVII, desenvolveu-se o hábito de “combater” os sintomas, sem que, efetivamente, haja uma preocupação em buscar as suas causas, as quais, obrigatoriamente, estão relacionadas a dinâmica que cada pessoa estabelece com o mundo externo.
            Hoje, a bilionária “Indústria da Doença” investe mais na propaganda de medicamentos, para todos os tipos de mazelas humanas, do que em pesquisas, principalmente aquelas que afetam as populações de baixa renda (como a doença de chagas e a febre amarela), que não se encaixa no perfil de “bom consumidor”.
            As pesquisas realizadas restringem-se àquelas que podem resultar no aumento do consumo de medicamentos. Pesquisas sobre os efeitos da meditação sobre a hipertensão arterial; pesquisas sobre os efeitos da alimentação saudável sobre o organismo; pesquisas sobre os efeitos da psicoterapia sobre as doenças psicossomáticas, não têm patrocínio; pelo contrário, sofrem um processo subliminar de desvalorização, em programas televisivos que indagam, em alto e bom som, “se” elas, efetivamente, produzem resultados, embora estes, desde há muito já tenham sido comprovados, na longa prática dos consultórios. Fala-se sobre a hipertensão secundária (causada pelo mau colesterol), mas não se fala sobre a hipertensão primária (causada pelo estreitamento das artérias, por tensão nervosa); não se fala do diabetes de origem emocional (causado pela alteração bioquímica dos comandos emocionais originados no hipotálamo (este comanda sede, sono, sexo, temperatura e pressão arterial, e todas estas funções podem ser afetadas por descargas emocionais, que produzem alterações bioquímicas no organismo).
Massificada pela propaganda diária, a população (principalmente a brasileira, a quem são ainda vendidos medicamentos desde há muito proibidos em países de primeiro mundo) habituou-se ao uso diário de medicamentos, que contribuem para a cronificação de muitas doenças. A simples diminuição do padrão de normalidade da pressão arterial, aumenta, significativamente, a quantidade de pessoas consideradas hipertensas, tendo, como conseqüência imediata, um assombroso (e lucrativo) aumento do consumo de anti-hipertensivos. Como o próprio nome define, hiper-tensa é a pessoa que está muito tensa, diante de situações de vida diária, sobre as quais ela não tem poder de mudança. Depressiva, é a pessoa que se sente impotente diante de situações que estão fora do seu controle. Portadoras de síndrome de pânico são as pessoas que não encontram segurança em recursos materiais, diante das assustadoras transformações sociais que ocorrem no mundo de hoje. Dificuldades de aprendizagem tem a criança que não teve estimulação lingüística nos primeiros meses de vida; que vive conflitos emocionais e sociais, em famílias desestruturadas; que não teve uma alimentação ou estimulação adequada, nos primeiros anos de vida...
            Desinformada sobre as verdadeiras origens das doenças; considerando-as como algo que ocorre de forma alheia à própria vontade; ignorando a relação mente-corpo-espírito, a população consome bilhões de reais em medicamentos, durante anos a fio, “controlando” doenças crônicas que são mantidas por estados emocionais, também cronificados. Padrões mentais cristalizados provocam sempre as mesmas alterações emocionais, que produzem sempre as mesmas alterações bioquímicas, que alimentam sempre os mesmos sintomas, numa interminável repetição de um estilo de vida, cada vez mais doentio.
            Será possível reduzirmos a dinâmica da vida a uma simples “pílula mágica”? Seria como desligamos o painel do carro, quando este acusa falta de óleo, e continuarmos a dirigir, como se tudo estivesse bem, danificando nossos veículos

Até quando vamos nos recusar a compreender que o sintoma é um pedido de socorro, de um organismo que está vivendo em condições inadequadas à manutenção da saúde?

                                                 SUELI MEIRELLES   Site: www.institutoviraser.com

 Siga-me e ajude a formar a Massa Crítica para a Mudança de Mentalidade que todos nós desejamos no mundo.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

PAIS DEGRADADO



            Como de costume, sempre que escrevo sobre um tema, procuro, primeiramente, o seu significado lingüístico. Compreender o sentido profundo de cada termo, abre-nos as portas da percepção para muitos significados ocultos ou esquecidos, com o empobrecimento cultural do nosso país. Ao pesquisar o verbo degradar, encontrei: “1. Privar de graus, dignidades ou encargos. 2. Aviltar. Degradação: 1. Destituição ignominiosa dum grau, qualidade etc. (dicionário Aurélio, pág. 153). Para Ignomínia, encontrei: “”Grande desonra; infâmia” (Dicionário Aurélio, pág. 273).          
            O primeiro verbo encontrado – privar - nos traz a primeira questão: Como nossa população é privada de tudo! Da segurança, da saúde e da educação tão alardeadas nos períodos eleitorais. Privada também da possibilidade de subir em graus: graus de escolaridade, de qualidade de vida. Tornamo-nos uma população sempre empurrada, degraus abaixo, pela exorbitância dos juros que enriquecem as financeiras transnacionais, que se somam aos bilhões desviados pela corrupção, tomando o rumo de terras estrangeiras. Privada das dignidades e do respeito que lhe seriam devidos por nossos governantes, para que tivesse auto-estima. Privada de poder orgulhar-se de ser brasileira, quando o país estoura nas manchetes internacionais, reforçando a imagem de povo primitivo e violento, difundida nos países de primeiro mundo. Vítima de grande desonra e profundamente ferida pela infâmia daqueles que se vendem, chafurdando-se na contagiosa lama da corrupção. Ignominiosamente destituída de sua qualidade de vida, a população brasileira permanece na alienante apatia cidadã, daqueles que estão cada vez mais distante das oportunidades que uma estrutura sócio-econômica voltada para o bem comum, lhe poderia oferecer.
            Como de costume, também gosto de recorrer à pesquisa histórica, porque somos, por tudo o que foi anteriormente referido, uma população de pouca escolaridade e curta memória.
Quando pensamos no nosso imenso Brasil, o que nos vem à mente é a sua riqueza natural (tanto em beleza como em recursos), que faz com que este país tenha o potencial de um paraíso, onde uma população saudável e alegre poderia conviver pacificamente.
            Como disse Pero Vaz de Caminha, em carta a El Rei, D. Manuel: “Até agora não pudemos saber se há ouro ou prata nela, ou outra coisa de metal, ou ferro; nem lha vimos. Contudo a terra em si é de muito bons ares frescos e temperados como os de Entre-Douro-e-Minho, porque neste tempo d'agora assim os achávamos como os de lá. Águas são muitas; infinitas. Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo (...)!” (site: www.cce.ufsc.br).
            Como bem sabemos, havia, e ainda há metais e pedras preciosas, que desde as primeiras expedições “exploradoras”, tomaram o caminho da Europa, abrindo um canal de esvaziamento de nossas riquezas, que ainda hoje enchem os cofres dos paraísos fiscais.
            Como tão bem reconheceu Caminha, “a terra em si é de muito bons ares, embora também sofra degradação, pela ganância daqueles que não respeitam nossas reservas ambientais. As águas são muitas; infinitas, disse ele. Até quando? Indagamos, nós: Se o mundo todo está com os olhos voltados para este recurso cada vez mais escasso?  Em tal maneira é graciosa que, querendo-a aproveitar, dar-se-á nela tudo (...)”

            O que impede que nós, brasileiros queiramos aproveitar e, verdadeiramente amar esta terra abençoada que provocou tantos elogios há mais de quinhentos anos atrás?...

                                                SUELI MEIRELLES   Site: www.suelimeirelles.com


 Siga-me e ajude a formar a Massa Crística para a Mudança de Mentalidade que todos nós desejamos no mundo.