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terça-feira, 15 de novembro de 2022

PRAÇA DO SUSPIRO - Reflexão

                                                            Capela de Santo Antônio

                Ahhh! Que nome inspirador! Um dos pontos turísticos mais visitados de Nova Friburgo, a Praça do Suspiro tem muito a nos dizer, através dos diferentes espaços, que nela estão situados: Seu principal ícone, a Capela de Santo Antônio e São Francisco de Assis[1], foi construída em 1884, por um imigrante português, em agradecimento por ter sobrevivido ao  risco de naufrágio no mar bravio, em sua vinda para o Brasil, ainda no tempo do Império.

                Em 2011, bastante afetada pela tempestade que se abateu sobre a cidade de Nova Friburgo, a Capela foi completamente restaurada, voltando a cumprir sua função de espaço de fé, nos dias atuais. Mas, o que esta praça nos diz, nesta data de hoje, através da linguagem silenciosa de espaços com tão diferentes funções? Vamos compreendendo por partes!

                Do seu lado direito, está situada a Praça das Colônias[2], que reverencia a cultura das 10 colônias de imigrantes, que vieram para a região serrana, também no tempo do império, mostram-nos a possibilidade de convívio pacífico entre diferentes culturas e nações, que reverenciam suas próprias raízes, bandeiras e tradições. Nela, ainda precisamos acrescentar a colônia indígena, dos primeiros habitantes do continente.

                Ainda à direita, encontramos o Teatro Municipal de Nova Friburgo[3], onde as peças apresentadas contam histórias que retratam as vivências humanas, no palco da vida, através dos tempos, como dados culturais que nos ensinam preciosas lições, como tão bem relatado por Shirley Maclaine, em seu livro “A Vida é um Palco”.[4]

                Do lado esquerdo da Capelinha, temos o Tiro de Guerra[5], espaço de alistamento militar do Exército Brasileiro, com seu Lema: Braço Forte – Mão Amiga onde, nesta data de 15 de Novembro de 2022, patriotas brasileiros (as) envoltos (as) nas cores nacionais, empunham nossa Bandeira[6] e cantam nosso Hino[7], pedindo socorro para a preservação da liberdade de expressão e resgate dos valores essenciais de nosso povo, entremeados pelo Pai Nosso[8] e pela Ave Maria[9], às três horas da tarde (3 – Vibração do Amor, segundo a Teosofia).  Então, com muita Fé, pedimos: _Senhor, escutai as nossas preces!!! E que tudo se resolva, em cumprimento às Leis Divinas, neste momento em que as leis humanas estão sendo tão desrespeitadas!...

                Que Também possamos resgatar a alegria dos bons momentos de descontração guardados pelas memórias do Teleférico de Nova Friburgo[10], que nos eleva até o alto da Montanha, onde podemos ampliar nossas consciências e visão de mundo, para descortinarmos novos horizontes e possibilidades... Mas, quem olha lá de cima pode descobrir, num pequeno platô, com acesso entre a Capelinha e o Tiro de Guerra, a Praça dos Trovadores[11], que nos convida a mais importante reflexão sobre os ensinamentos  silenciosos, deixados pela Praça do Suspiro, para restabelecermos a síntese entre nossas visões polarizadas, através deste Poema:

“Poesia” [12]

A poesia, quem diria.

Como me alivia.

Com seu ritmo cadenciado,

Acalma o coração tumultuado,

Trazendo a reflexão,

Da essência de cada questão.

Esvazia-me tanto das mágoas,

Como libera as boas águas,

Que fluem do coração.

Eleva o meu espírito,

Tornando-o mais cristão.

Revelando o SER que me habita,

Em sua plena dimensão.

E este Cristo revelado,

 Assim redimensionado,

Mostra-me que a poesia,

É uma forma sadia,

De me colocar em dia,

Com a essência do meu Ser,

Conseguindo melhor viver,

Até que a vida inteira,

 Poesia possa ser.

Sueli Meirelles, Nova Friburgo, em 15 de Novembro de 2022.

 

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[2] Link para os dados sobre a Praça das Colônias: mailto:https://descubranovafriburgo.com.br/praca-das-colonias/

[3] Link para os dados sobre o Teatro Municipal: https://descubranovafriburgo.com.br/teatro-municipal-laercio-ventura/

[8] Link para o Pai Nosso de Marcus Viana: https://www.youtube.com/watch?v=cLE07TZyICM

 

[9] Link para a Ave Maria de Marcus Viana: https://www.youtube.com/watch?v=qtCJWTlJphY

[10] Link para os dados sobre o Teleférico de Nova Friburgo: https://descubranovafriburgo.com.br/teleferico/

[11] Link para os dados sobre a Praça dos Trovadores: https://descubranovafriburgo.com.br/nova-friburgo-cidade-das-trovas/

 

terça-feira, 1 de novembro de 2022

DIAS NEBULOSOS - Política

 

            Assim estava o céu do nosso país, no dia 31 de Outubro de 2022.  O céu turvado por nuvens densas espelhava o sentimento da grande multidão que esteve nas ruas, durante várias ocasiões, depois da comemoração da Independência do Brasil. Desde então, ainda convivemos com a guerra informacional e desestabilizadora, que confunde a maioria das pessoas e separa famílias, amigos e se traduz em agressões verbais e rótulos pejorativos das pessoas cujas falas impulsivas expressam seus conflitos emocionais mal resolvidos.

            No silêncio da expectativa de um pronunciamento do governo, as imagens televisivas mostram o incêndio no Centro de Abastecimento do Rio de Janeiro, onde populares saqueiam as lojas e, mesmo sendo filmados, fazem o sinal do seu representante favorito, com grande alegria pela conquista da liberdade de saque, numa terra sem lei.

            Diante de tudo isso, olhamos para as densas nuvens que obscurecem a definição dos possíveis cenários do nosso país. Para onde estamos sendo conduzidos? O que será do futuro dos nossos pequenos, a quem já foram passadas tantas informações distorcidas, no longo processo de desconstrução de valores essenciais, a que foram submetidos, através das escolas que deveriam prepará-los para o futuro profissional e para o convívio social harmônico?

            Mas sabemos que acima das nuvens densas que ainda permanecem, brilha a energia da Nova Consciência. Enquanto isso, cada um (a) poderá vivenciar, na prática do dia a dia, a nova realidade social do modo como quer lidar com os bens materiais, seu ou de outros, como vai usar sua liberdade sexual e lidar com as relações de autoridade, respeitando-as ou não, segundo seu livre arbítrio e escrevendo novas páginas da história deste país. Depois que as nuvens se dissiparem, livres dos desejos manipulativos do ego, cada um (a) poderá acessar, no próprio coração, o verdadeiro significado do amor que acolhe, reconhece e respeita o (a) outro (a) como a si mesmo. E quando fizer isto, despertará para a quinta dimensão vibracional, onde toda informação será trazida à Luz da Consciência Superior, para que cada pessoa possa discernir entre positivo e o negativo que expressa, através de pensamentos, sentimentos, palavras e ações. Então, melhores dias virão!...

                                           Sueli Meirelles, em Nova Friburgo, 31 de Outubro de 2022

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sábado, 29 de outubro de 2022

O PERFIL DO MENTIROSO - Comportamento


         Em tempos de guerra informacional e mísseis de fake news, nunca ouvimos tantas mentiras. Caminhamos entre elas, como se estivéssemos num campo minado, onde cada passo precisa ser bem cauteloso, para não cairmos em armadilhas...

             Mas, porque as pessoas mentem? As características de personalidade de uma pessoa são desenvolvidas na primeira infância, com base na interação entre o seu potencial inato e os estímulos oferecidos pelo meio ambiente. Estes fatores externos, incluem principalmente os modelos parentais, que influenciam sobremaneira o desenvolvimento de uma criança: Um pai alcoólatra, com valores morais inconsistentes, infiel e muitas vezes também mentiroso, pelos mesmos motivos ancestrais, pode ser um poderoso modelo para o desenvolvimento do hábito de mentir. Outro fator também importante é o medo do castigo: Crianças que, por descuido ou falta de coordenação motora ao lidar com objetos frágeis, estraguem alguma coisa ou causem um prejuízo, podem desenvolver a tendência de esconder seus erros, pelos quais sabem que serão punidas, quase sempre fisicamente, pelo fato dos adultos descarregarem a frustração pelo estrago, sobre a criança, sem compreenderem que a surra não educa; machuca. Este convívio diário, aliado a ausência de elogios em relação às qualidades efetivas da criança e ao que ela faz de positivo, afetam a autoconfiança e criam a expectativa cada vez maior de aprovação e reconhecimento externo. Deste modo, está configurado o perfil patológico do mentiroso. Embora os benefícios da mentira não sejam explícitos, o mentiroso crônico utiliza estratégias manipulativas para tirar o foco de atenção de seus malfeitos, apresentando-se como herói ou vítima e ampliando a importância de suas realizações; colocando-as como feitos extraordinários, numa postura também megalomaníaca de conseguir aplausos a qualquer custo, como forma de compensar sua baixa estima, conseguindo até dar uma forma plausível às suas mentiras. Mentem com freqüência e não têm escrúpulos morais, agindo como bons atores e sentindo-se confiantes no uso de suas mentiras cada vez mais bem elaboradas, nos resultados que por elas podem ser alcançados e dificilmente sentindo culpa pelo erro, já que se orgulham por ter alcançado o objetivo de enganar.

            Quando olhamos para a pessoa mentirosa com olhar clínico e com os recursos técnicos da psiconeurolinguística, conseguimos identificar alguns indicativos da mentira, através dos 93% da comunicação não verbal, que se sobrepõem à linguagem (postura do corpo, tom de voz, ritmo respiratório e da fala, desvio lateral do olhar baixo, movimentação rápida de mãos e pés, como manifestações do inconsciente que é sempre verdadeiro e comanda o comportamento expresso.

            Alguns ditados populares nos alertam para o fato de que “A mentira voa e a verdade engatinha”, mas estes mesmos ditados também dizem que “A mentira tem pernas curtas[1]”.

            Que possamos estar alertas diante dos aspectos básicos da estrutura de personalidade do mentiroso e das origens comportamentais de sua história de infância, para cortarmos as asas da mentira e darmos apoio a verdade, até que ela possa aprender a caminhar, crescer e tornar-se um hábito civilizatório, resgatando a confiabilidade da palavra humana.

                                 Sueli Meirelles, em Nova Friburgo, 29 de Outubro de 2022.

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terça-feira, 25 de outubro de 2022

MOMENTO DE DECISÃO - Evolução Planetária


‘Quem não escolhe para onde vai, acaba indo para onde não quer!”
(Dra. Sueli Meirelles)

          Vivemos um momento crucial e decisivo, em nossas vidas, momento este que se situa muito além do que a maioria de nós poderia imaginar e que você, leitor (a), irá descobrir, ao final deste artigo. Mas, primeiramente, vamos compreender o que é decisão. No dicionário online, encontramos os seguintes significados: Decisão: substantivo feminino; ação ou efeito de decidir; determinação; resolução que se toma após deliberação; sentença ou juízo. (nosso griffo); habilidade para chegar-se a uma conclusão ou resolver algum problema sem indecisão; coragem ou firmeza. (nosso griffo). Por estas definições, você já pode perceber que as decisões são diretamente influenciadas pelo estado de consciência em que você se encontra e, desse modo, suas decisões podem ocorrer em quatro diferentes níveis:

            No primeiro nível de consciência, mais superficial, horizontal e regido pela sua personalidade, suas decisões são determinadas pela identificação com o foco da sua escolha e com base em suas experiências de vida, sob a influência das cargas emocionais de medo, raiva, ansiedade, insegurança, tristeza ou dor emocional, arquivadas no seu inconsciente profundo e que, muitas vezes, ainda não foram resolvidas.

            No segundo nível de consciência, mediano, mas também horizontal e regido pela sua personalidade, você se deixa levar pela influência dos acontecimentos e dos bombardeios da guerra informacional, onde os mísseis das verdades e mentiras polarizadas, sobrecarregam a sua mente, muito mais confundindo do que esclarecendo, levando você à indecisão ou até mesmo à decisão de ausentar-se deste importante momento de escolha, em sua vida, pela simples sobrecarga e desgaste mental.

            No terceiro nível, muito mais profundo e desconhecido pela maioria, ainda horizontal e regido pela sua personalidade, você começa a buscar informações fundamentadas em diferentes fontes, olhando todos os lados e tomando uma postura eqüidistante dos extremos, onde você descobre que suas escolhas, num mundo globalizado, irão decidir, não somente sua vida pessoal e os destinos do nosso país,  mas de modo interligado, os rumos do nosso planeta que, neste momento vive conflitos entre potências mundiais alinhadas em três diferentes blocos de interesse: O sistema financeiro mundial e opressor, retido nas mãos de poucos, para quem a humanidade representa apenas os bilhões que lhes alimentam a ganância insaciável; os que são dominados pela vaidade egóica de se manterem, com poder ditatorial, acima dos povos que iludem com vãs promessas e que são vistos como desprezíveis criaturas a serem enganadas e exploradas; um terceiro grupo alinhado com os valores essenciais da humanidade, lutando como Davi, pela resistência à dominação do Golias dos dois outros blocos, que representam o ainda sistema dominante.

            No quarto estado de consciência, transpessoal e vertical, você decide com base no sentido espiritual e evolutivo de sua vida e da vida de nosso planeta, descobrindo que, neste momento, quer já tenha esta consciência ou não, está exercendo o pleno uso de seu livre arbítrio, se vai permanecer vivenciando a dualidade e as polarizações do mundo tridimensional ou se vai alçar a quinta dimensão do despertar da consciência para uma nova realidade planetária, de mundo em regeneração, que irá resgatar a importância da família, da escola e das religiões, com células básicas da sociedade.

            Como já explicamos anteriormente no artigo sobre os portais de consciência[1], a partir do ano 2000[2] até o ano de 2012, vivenciamos cinco períodos consecutivos, em que vibraram as energias do Amor, Fé e Transformação, com alterações significativas da Ressonância Schumann[3], preparando-nos para a entrada no Cinturão de Fótons[4], com incidência de mais luz da consciência, sobre o Planeta Terra. A partir do ano 2000, quem não alcançou os 49 pontos na Matriz Evolutiva[5], não permanecerá no planeta Terra. Este processo está todo descrito, em linguagem simbólica (a linguagem do inconsciente) no livro do Apocalipse[6].

            Nesta escalada evolutiva[7], após 2012[8], conforme descrito no Livro do Apocalipse, em nível profundo, transpessoal e evolutivo, vivenciamos por nove anos,  com mudanças significativas no capítulo 19[9] , o processo de reforma íntima e alinhamento vibracional com as novas energias do Planeta Terra, transitando do capítulo 13[10] para o capítulo 22[11], última etapa da Transição Planetária, como dissemos acima, decidindo se vamos permanecer no terceiro estado de consciência, com as experiências do mundo tridimensional, dos conflitos por dinheiro, sexo e poder ou se vamos despertar e assumirmos a construção de uma nova sociedade. Neste momento de decisão, acesse os capítulos do Apocalipse e escolha em qual nível de consciência você irá decidir a sua trajetória evolutiva.

            Vale lembrarmos que a Nave Terra é a nossa única morada, na qual viemos aprender a difícil arte de amar incondicionalmente, e que nossas decisões, neste momento, definem as conseqüências que estarão visíveis a partir de 22/12/22, o último Portal de Consciência deste momento histórico de nossa vida no planeta...

              Sueli Meirelles, em Nova Friburgo, 25 de Outubro de 2022. (Dia de Eclipse Solar), com muita Gratidão pela missão que me foi confiada.

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[1] Link para o artigo Portais de Consciência: http://carrosseldeluz.blogspot.com/2017/11/portais-de-consciencia-texto.html

[2] O tão esperado bug do milênio, onde se acreditava, segundo os ditado popular “De mil, passarás; há 2000 não chegarás.

[3] Durante milhares de anos, o pulso do campo eletromagnético terrestre, a ressonância Schumann, se manteve estável na frequência de 7,83 hz, mas de uns tempos pra cá vem oscilando e teve dias que chegou a mais de 100 hz! Para aprofundar, acesse: https://www.hypeness.com.br/2020/09/ressonancia-de-schumann-o-pulso-da-terra-parou-e-a-mudanca-de-frequencia-esta-nos-afetando/#:~:text=Durante%20milhares%20de%20anos%2C%20o,a%20mais%20de%20100%20hz!

[4] Para saber mais sobre Cinturão de Fotons acesse:https://www.somostodosum.com.br/artigos/corpo-e-mente/cinturao-de-fotons-2-3155.html

[5] Link para o estudo sobre a Matriz Evolutiva: https://carrosseldeluz.blogspot.com/2015/05/a-integracao-possivel-entre-atributos.html

[6] Apocalipse - O último livro canônico do Novo Testamento, atribuído a São João Evangelista, que contém revelações, em particular sobre o fim do mundo, e apresentadas, quase sempre, sob a forma de visões.

[8] Capítulo 12 do Apocalipse de João Evangelista: https://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/12

[9] Capítulo 19 do Apocalipse de João Evangelista: https://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/19

[10] Capítulo 13 do Apocalipse de João Evangelista: https://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/13

[11] Capítulo 22 do Apocalipse de João Evangelista: https://www.bibliaonline.com.br/acf/ap/22

 

segunda-feira, 3 de outubro de 2022

O DIA DEPOIS DE ONTEM

 


   O dia de hoje amanheceu assim, totalmente enevoado. Além da visão mais próxima, não temos nenhum cenário. O que realmente aconteceu, ontem nas eleições brasileiras? Por que um candidato que elegeu tantos governadores, senadores e deputados, inicialmente, teve um percentual mais alto de votos e foi decrescendo, no decorrer das apurações? Por que um candidato que não podia sair às ruas, sem ser execrado, teve a maioria dos votos? Por que não foi aceita a proposta de votos impressos, em tempos informatizados, como em nossas simples notas de compras?

            Vivemos num mundo globalizado, em que os países são agrupados em blocos de diferentes interesses, onde temos guerras híbridas, que conjugam forças militares, boicotes econômicos e as sutis guerras informacionais. Nestas, a população acaba sendo manipulada através dos mísseis de fake News, justamente com o objetivo de gerar confusão mental, dividir opiniões entre familiares, amigos,  sociedade e jogar uns contra os outros para enfraquecer possíveis resistências. Foi assim através da história da humanidade...

            Diante de tudo isso, indago: _ O que pode estar além das névoas que turvaram a entusiástica movimentação popular dos últimos meses, tão visível aos nossos olhos e documentada através de  milhares de vídeos independentes? Quando será dissipada esta névoa que se abateu sobre todos nós, para que se revele o jogo de poder dos bastidores políticos do nosso país?

            Como vocês podem perceber, tenho muito mais perguntas do que respostas. Esperemos que a névoa se dissolva e o sol brilhe novamente no céu da nossa pátria!...

   Sueli Meirelles, em Nova Friburgo, 03 de Outubro de 2022.

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quarta-feira, 28 de setembro de 2022

HINOS BRASILEIROS - Cidadania

 


            Como de hábito, ao escrever, busco a origem etimológica das palavras. Assim sendo, mais uma vez recorri ao Dicionário, para compreender o significado mais profundo de cantarmos os nossos hinos, seja o Hino Nacional, da Bandeira ou da Independência do Brasil. A primeira definição que encontrei é referente aos hinos religiosos, com o significado de “canto em louvor a Deus: “Poema ou cântico composto para glorificar deuses ou heróis.”

            Em seguida, aparecem vários aprofundamentos em relação aos hinos, em honra da Pátria: “Hino é uma composição musical. Pode ser de espírito religioso, escrito especificamente para louvor ou adoração tipicamente endereçado a Deus. Além dos hinos religiosos, existem hinos patrióticos (Hino nacional), desportivos e outros.”

            Este aprofundamento de significados chamou a minha atenção: “Uma questão interessante em relação aos hinos, é a confusão que se faz a respeito do que é hino e o que é louvor. Então, o hino é uma música, é um estilo musical, e o que dá sentido a ele, o que faz dele um hino, é o sentimento que a letra traz, a mensagem que é passada.” (nosso grifo).

            E então, reflito com os leitores deste artigo: Se o que transforma um canto num verdadeiro hino é o sentimento que a letra nos traz, em que momento perdemos a conexão simbólica e afetiva com os nossos hinos pátrios, esquecidos nos pátios das escolas, onde bandeiras desbotadas tremulam sem a reverência de nossas crianças e jovens? Em que momento se perdeu o amor a pátria, proposto pelos poetas que escreveram as letras dos nossos hinos, com palavras antigas, cujos significados foram esquecidos pelo povo e precisam de um glossário[1] para serem compreendidos, no presente? Em uma última definição, em relação ao Hino Nacional, encontramos: “O Hino Nacional é a voz de nosso povo exaltando sua terra; (nosso grifo) a música e a melodia sublimam fatos históricos que descrevem nossa identidade e nossa cultura. A sua letra vai além de oferecer conhecimento aos indivíduos que formam a nossa nação – ela é o rosto dos relacionamentos sociais e é a expressão de nossas almas.” (Wikipédia).

            Se o Hino Nacional é a voz e o rosto do nosso povo, exaltando a nossa terra, sublimando fatos que descrevem a nossa identidade e cultura, o que estamos esperando para resgatar estes símbolos sagrados?

            Se nos lembramos de que a linguagem determina a visão de mundo e cantarmos, em sequência o Hino Nacional, o Hino da Bandeira e o Hino da Independência, veremos que, em síntese, nossos Hinos contam a História e a Glória do nosso País, falando de: Terra, natureza, bosques, flores, imensidão, grandeza, glória, gentileza, amor, esperança, liberdade, sol, estrelas, iluminação, esplendor, céu, paz, sagrado e feliz. O que mais precisamos compreender que o nosso canto não diz?...

            Sueli Meirelles em Nova Friburgo, 28 de Setembro de 2022.

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·         Link para o Hino Nacional Brasileiro: https://www.letras.mus.br/hinos/hino-nacional-brasileiro/


·         Link para o Hino à Bandeira Nacional: www.youtube.com/watch?v=2UQw9rBfv88

·         Link para o Hino da Independência do Brasil: www.youtube.com/watch?v=8iC_2ONCFwo

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quarta-feira, 7 de setembro de 2022

REFLEXÕES SOBRE A NOSSA BANDEIRA - Cidadania

       Esta é uma foto que tirei, durante os Jogos da Copa de 2018, quando a França venceu a Croácia. Neste ano, a Copa será no Catar, em novembro, mas em plena campanha eleitoral, no Brasil, quase não se fala sobre o assunto. Entretanto, minhas memórias verde-amarelas começaram muito, muito antes. Na infância, como primeira aluna de escola pública de qualidade, eu carregava orgulhosa, a Bandeira do meu Brasil, durante o desfile comemorativo da Independência. Naquele tempo, ninguém questionava ou tinha qualquer dúvida sobre isso. Cresci sendo brasileira e, embora tenha descendência portuguesa, não tenho dupla cidadania. Assim sendo, não posso mudar de nacionalidade e não tenho outra bandeira para reverenciar, neste ano de comemoração dos 200 anos da Independência do Brasil. Ao longo do tempo, nossa Bandeira foi deixando de ser reconhecida como símbolo da nação e passou a ser  hasteada e empunhada, de quatro em quatro anos, apenas em época de Copa do Mundo. Que pena!... Mas em processo acelerado, no decorrer dos últimos quatro anos, as manifestações populares caíram na insanidade total!... Nossa bandeira foi pisoteada, queimada e aviltada com urina e fezes, por brasileiras ignorantes, sem que elas sequer tivessem a noção de que estavam cometendo um crime[1]. Tristes episódios!... Para elas, o símbolo nacional não as representava; estava reduzido a simples declaração de voto contrário à sua visão de desconstrução do próprio país.

            E assim chegamos ao sete de setembro de 2022[2]. E no Brasil de hoje, culturalmente empobrecido pela navegação em busca do “besteirol informacional”, mesmo com todo o acesso a conteúdos de qualidade, fico pensando como será sair às ruas com as cores da nação brasileira ou empunhando uma pequena bandeira brasileira. Quais os riscos que corremos hoje, ao reverenciarmos o símbolo pátrio? Agressões, xingamentos... Ou, no mínimo olhares de censura ou escárnio?... Vou testar nas ruas e depois, escrever!

            Diante de tanto desatino, resta-me elevar o pensamento acima das polarizações partidárias e pedir aos Céus que descendam muita luz sobre o nosso Brasil predestinado a ser Coração do Mundo e Pátria do Evangelho. Terra de Santa Cruz, que acolheu imigrantes dos quatro cantos do mundo, com suas diferentes crenças e tradições, para aqui conviverem em paz e harmonia, até que o vírus da separatividade[3] contaminasse as mentes desinformadas e os corações desavisados de milhares de brasileiros e brasileiras que, ingenuamente, ignoraram as estratégias manipulativas e opressoras da consciência cívica e do exercício de escolha de seus destinos políticos...  Em tempo de Salão de Espelhos[4], alguns de nós estarão vendo a si mesmos, em suas falsas proposições e falas contraditórias, em diferentes momentos de suas vidas. Que de tudo isso, possamos recolher preciosas aprendizagens evolutivas.

                                              Sueli Meirelles em Nova Friburgo,

                                                     07 de Setembro de 2022.                                                                                                                    

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[1] Decreto Lei nº 898 de 29 de Setembro de1969: Destruir ou ultrajar a bandeira, emblemas ou símbolos nacionais, quando expostos em lugar público: Pena: detenção, de 2 a 4 anos.

[2] Leitura Vibracional da data, segundo a Geometria Sagrada: 7 (Espiritualidade), Setembro = 9 (Transformação), 22 = 4 (Concretização), 2022 = 6 (Fé).

[3] Link para o artigo de Roberto Crema, Reitor da Unipaz, sobre a Fantasia da Separatividade: https://robertocrema.com.br/pierre-weil-samurai-da-paz/

[4] Link para o vídeo da Segunda Profecia Maia: https://www.youtube.com/watch?v=qzl4R-ypLVw