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quarta-feira, 28 de setembro de 2022

REFLEXÕES SOBRE OS NOSSOS HINOS - Cidadania

 


            Como de hábito, ao escrever, busco a origem etimológica das palavras. Assim sendo, mais uma vez recorri ao Dicionário, para compreender o significado mais profundo de cantarmos os nossos hinos, seja o Hino Nacional, da Bandeira ou da Independência do Brasil. A primeira definição que encontrei é referente aos hinos religiosos, com o significado de “canto em louvor a Deus: “Poema ou cântico composto para glorificar deuses ou heróis.”

            Em seguida, aparecem vários aprofundamentos em relação aos hinos, em honra da Pátria: “Hino é uma composição musical. Pode ser de espírito religioso, escrito especificamente para louvor ou adoração tipicamente endereçado a Deus. Além dos hinos religiosos, existem hinos patrióticos (Hino nacional), desportivos e outros.”

            Este aprofundamento de significados chamou a minha atenção: “Uma questão interessante em relação aos hinos, é a confusão que se faz a respeito do que é hino e o que é louvor. Então, o hino é uma música, é um estilo musical, e o que dá sentido a ele, o que faz dele um hino, é o sentimento que a letra traz, a mensagem que é passada.” (nosso grifo).

            E então, reflito com os leitores deste artigo: Se o que transforma um canto num verdadeiro hino é o sentimento que a letra nos traz, em que momento perdemos a conexão simbólica e afetiva com os nossos hinos pátrios, esquecidos nos pátios das escolas, onde bandeiras desbotadas tremulam sem a reverência de nossas crianças e jovens? Em que momento se perdeu o amor a pátria, proposto pelos poetas que escreveram as letras dos nossos hinos, com palavras antigas, cujos significados foram esquecidos pelo povo e precisam de um glossário[1] para serem compreendidos, no presente? Em uma última definição, em relação ao Hino Nacional, encontramos: “O Hino Nacional é a voz de nosso povo exaltando sua terra; (nosso grifo) a música e a melodia sublimam fatos históricos que descrevem nossa identidade e nossa cultura. A sua letra vai além de oferecer conhecimento aos indivíduos que formam a nossa nação – ela é o rosto dos relacionamentos sociais e é a expressão de nossas almas.” (Wikipédia).

            Se o Hino Nacional é a voz e o rosto do nosso povo, exaltando a nossa terra, sublimando fatos que descrevem a nossa identidade e cultura, o que estamos esperando para resgatar estes símbolos sagrados?

            Se nos lembramos de que a linguagem determina a visão de mundo e cantarmos, em sequência o Hino Nacional, o Hino da Bandeira e o Hino da Independência, veremos que, em síntese, nossos Hinos contam a História e a Glória do nosso País, falando de: Terra, natureza, bosques, flores, imensidão, grandeza, glória, gentileza, amor, esperança, liberdade, sol, estrelas, iluminação, esplendor, céu, paz, sagrado e feliz. O que mais precisamos compreender que o nosso canto não diz?...

                                     Sueli Meirelles em Nova Friburgo, 28 de Setembro de 2022.

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·         Link para o Hino Nacional Brasileiro com legenda e glossário: www.youtube.com/watch?v=205LcI_-Z5s

·         Link para o Hino à Bandeira Nacional: www.youtube.com/watch?v=2UQw9rBfv88

·         Link para o Hino da Independência do Brasil: www.youtube.com/watch?v=8iC_2ONCFwo

Site: www.institutoviraser.com

Whatsapp: 55 22 99955-7166

Email: suelimeirelles@gmail.com


[1] Um glossário é uma lista alfabética de termos de um determinado domínio de conhecimento com a definição destes termos. Tradicionalmente um glossário aparece no final de um livro e inclui termos citados que o livro introduz ao leitor ou são incomuns.


quarta-feira, 7 de setembro de 2022

REFLEXÕES SOBRE A NOSSA BANDEIRA - Cidadania

       Esta é uma foto que tirei, durante os Jogos da Copa de 2018, quando a França venceu a Croácia. Neste ano, a Copa será no Catar, em novembro, mas em plena campanha eleitoral, no Brasil, quase não se fala sobre o assunto. Entretanto, minhas memórias verde-amarelas começaram muito, muito antes. Na infância, como primeira aluna de escola pública de qualidade, eu carregava orgulhosa, a Bandeira do meu Brasil, durante o desfile comemorativo da Independência. Naquele tempo, ninguém questionava ou tinha qualquer dúvida sobre isso. Cresci sendo brasileira e, embora tenha descendência portuguesa, não tenho dupla cidadania. Assim sendo, não posso mudar de nacionalidade e não tenho outra bandeira para reverenciar, neste ano de comemoração dos 200 anos da Independência do Brasil. Ao longo do tempo, nossa Bandeira foi deixando de ser reconhecida como símbolo da nação e passou a ser  hasteada e empunhada, de quatro em quatro anos, apenas em época de Copa do Mundo. Que pena!... Mas em processo acelerado, no decorrer dos últimos quatro anos, as manifestações populares caíram na insanidade total!... Nossa bandeira foi pisoteada, queimada e aviltada com urina e fezes, por brasileiras ignorantes, sem que elas sequer tivessem a noção de que estavam cometendo um crime[1]. Tristes episódios!... Para elas, o símbolo nacional não as representava; estava reduzido a simples declaração de voto contrário à sua visão de desconstrução do próprio país.

            E assim chegamos ao sete de setembro de 2022[2]. E no Brasil de hoje, culturalmente empobrecido pela navegação em busca do “besteirol informacional”, mesmo com todo o acesso a conteúdos de qualidade, fico pensando como será sair às ruas com as cores da nação brasileira ou empunhando uma pequena bandeira brasileira. Quais os riscos que corremos hoje, ao reverenciarmos o símbolo pátrio? Agressões, xingamentos... Ou, no mínimo olhares de censura ou escárnio?... Vou testar nas ruas e depois, escrever!

            Diante de tanto desatino, resta-me elevar o pensamento acima das polarizações partidárias e pedir aos Céus que descendam muita luz sobre o nosso Brasil predestinado a ser Coração do Mundo e Pátria do Evangelho. Terra de Santa Cruz, que acolheu imigrantes dos quatro cantos do mundo, com suas diferentes crenças e tradições, para aqui conviverem em paz e harmonia, até que o vírus da separatividade[3] contaminasse as mentes desinformadas e os corações desavisados de milhares de brasileiros e brasileiras que, ingenuamente, ignoraram as estratégias manipulativas e opressoras da consciência cívica e do exercício de escolha de seus destinos políticos...  Em tempo de Salão de Espelhos[4], alguns de nós estarão vendo a si mesmos, em suas falsas proposições e falas contraditórias, em diferentes momentos de suas vidas. Que de tudo isso, possamos recolher preciosas aprendizagens evolutivas.

                                              Sueli Meirelles em Nova Friburgo, 07 de Setembro de 2022.

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[1] Decreto Lei nº 898 de 29 de Setembro de1969: Destruir ou ultrajar a bandeira, emblemas ou símbolos nacionais, quando expostos em lugar público: Pena: detenção, de 2 a 4 anos.

[2] Leitura Vibracional da data, segundo a Geometria Sagrada: 7 (Espiritualidade), Setembro = 9 (Transformação), 22 = 4 (Concretização), 2022 = 6 (Fé).

[3] Link para o artigo de Roberto Crema, Reitor da Unipaz, sobre a Fantasia da Separatividade: https://robertocrema.com.br/pierre-weil-samurai-da-paz/

[4] Link para o vídeo da Segunda Profecia Maia: https://www.youtube.com/watch?v=qzl4R-ypLVw