Tradução

quarta-feira, 7 de junho de 2017

LINGUÍSTICA PARA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS: pessoais, familiares, profissionais e sociais E-BOOK


Embora a linguagem seja um poderoso instrumento de comunicação, nem sempre ela é utilizada de forma adequada. O conteúdo de uma mensagem corresponde a apenas 7% da comunicação; os 93% restantes são constituídos pelo tom de voz, expressão fisionômica, postura corporal e demais aspectos não verbais e inconscientes da comunicação, capazes de produzir efeitos positivos ou negativos sobre a comunicação, muitas vezes de forma aleatória à vontade do comunicador.
         Cerca de 90% do comportamento do falante é influenciado pelos arquétipos ou modelos inconscientes, registrados através de sons, imagens e/ou sensações, com base nas experiências por ele vivenciadas no decorrer dos tempos. A partir da ressignificação, ou seja, da atribuição de novos significados mais positivos a estes registros, torna-se possível uma profunda transformação do comportamento expresso.
         Tomando por base os conhecimentos da Programação Neurolingüística, teoria da comunicação desenvolvida por Richard Bandler e John Grinder, adaptada à compreensão integral do Ser Humano, enfocamos, neste livro, os aspectos fundamentais de estruturação e conteúdos psicológicos comuns à língua portuguesa, essenciais para uma atuação terapêutica efetiva, que permita ao cliente reprogramar suas estruturas lingüísticas.
         Quando utilizamos os fundamentos da Neurolingüística, dentro de uma visão transdisciplinar do ser humano e, principalmente dentro do contexto sociocultural específico  dos brasileiros, promovemos uma adaptação desses conhecimentos às nossas características pátrias, considerando, principalmente, a flexibilidade que nos identifica. Quando nos libertamos dos passos propostos pela neurolingüística clássica, para nos deixarmos guiar pelos passos dos próprios clientes, somos por eles conduzidos a incríveis descobertas sobre o inconsciente humano.
         Dentro desse enquadre (se é que ainda pode ser assim chamado) amplo e livre, o conhecimento e a compreensão da linguagem metafórica ou simbólica, linguagem característica do inconsciente, permite ao psicoterapeuta orientar apenas o processo (o como) de comunicação, facilitando a rearmonização do cliente, sem a interferência de mecanismos defensivos, mas, preservando, acima de tudo, o direito de cada indivíduo às suas escolhas, valores e objetivos de vida (o conteúdo). Dessa forma, preservam-se os mais altos princípios éticos exigidos do psicólogo, enquanto profissional de saúde mental e cidadão, agente de transformações sociais.
         Á partir do conhecimento profundo das estruturas lingüísticas, objetivamos preparar hermeneutas, ou seja, intérpretes da linguagem inconsciente, aptos a facilitar a rearmonização do totem da inteireza humana.

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DEPOIMENTOS DE PARTICIPANTES DO CURSO DE
 LINGUÍSTICA PARA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS

1.       “Foi um aprendizado de forma descontraída, no qual o conteúdo foi dado de maneira leve, possibilitando a interação entre as pessoas”. (Ana Patrícia de Faria Carneiro – Médica Veterinária/Profissional Liberal).

2.       “Foi um dos cursos mais significativos que eu fiz até hoje. O que mudou internamente em mim é difícil de descrever em palavras”. Hoje, tenho outra visão de mundo, e  interna, muito melhor”. (Cézar Luiz de Araújo – Engenheiro Eletricista).

3.       “Um divisor de águas, já que lido muito melhor com pessoas. Algumas vezes, posso atuar antes mesmo que um conflito se instale”. (Gilmar Fortes Lopes – Gerente de Operações na Oceaneering).

4.       “Enorme gratidão pela oportunidade de realizar esse curso, pois modificou-me profundamente, no sentido de tornar-me uma pessoa mais tolerante, compreensiva e sensível às posturas e colocações das outras pessoas, inclusive comigo mesma.”(Jamila Machado Aquini – Engenheira Sanitária – Águas de Nova Friburgo).

5.       “Este curso deveria ser apresentado à OAB e às empresas, pois irá reduzir muitos conflitos” (José Rangel Rosa – Advogado).

6.       “O curso possibilitou uma comunicação mais eficiente e assertiva, e uma mudança interna em relação a me colocar mais diante de situações conflitantes, obtendo mais harmonia e sucesso.” (Leila Mara Pinel – Psicopedagoga da Rede Estadual de Ensino).

7.       “De modo inestimável, o curso faz mudanças profundas em visões errôneas e sem entendimentos do outro, em mim. Acredito que sai de um padrão e evoluí para um novo estado. (Liliane Mozca – Jornalista).

8.       “Aprendizado muito enriquecedor e útil para a vida pessoal e em sociedade. Despertamento para o uso da palavra de forma construtiva, fraterna e conciliadora. Identifico a importância de participar em novo curso, para melhor fixação da aprendizagem tendo em vista a lentidão da assimilação pessoal”.

9.       Excelente! Muito obrigado pelo tempo em que eu participei deste curso. Houve uma melhora substancial na minha comunicação. A diversidade multidispiplinar do curso foi ótima.”. (Raul Alves de Almeida – Técnico Operacional na Oceaneering)


10.   “Foi muito bom! Significou uma mudança de vida, transformação das minhas idéias, meus costumes e minhas relações com as pessoas. Hoje, sou mais livre, mais feliz. Muito obrigada por esta oportunidade!” (Sueli Ferreira de Araújo – Dona de Casa, Mãe e Avó).

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quarta-feira, 8 de março de 2017

MULHER DE ONTEM, HOJE E SEMPRE


  "O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países" (Maria Célia Orlato Selem, Mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp). Fonte: https://novaescola.org.br )

            Tendo como marco um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em Março de 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas, o Dia Internacional da Mulher simboliza as perenes reivindicações femininas por igualdade de direitos, em relação aos homens. Mas, depois de mais de 3000 anos de patriarcado, será que, realmente esses direitos foram alcançados ou ainda temos resquícios de vantagens masculinas, nas relações familiares, profissionais e sociais? Se aprofundarmos um pouco mais estas reflexões, fundamentando-as em 30 anos de prática em clínica psicológica, percebemos que, embora a nossa sociedade tenha sofrido intensas transformações e atenuado muitas desigualdades, também observamos que estas mesmas transformações deram origem a novos desequilíbrios sociais que pesam para o lado feminino, independentemente da classe sócio-econômica ou cultural à qual pertençam. Exemplo gritante é a grande quantidade de mulheres que se tornaram provedoras do lar, em relacionamentos em que o homem não exerce o seu antigo papel de provedor, nem assume as funções de cuidador. Vantagem para quem?... Em decorrência dessas mudanças, nossa moderna sociedade vive uma intensa crise de responsabilidade paterna, facilitada pelo fato de que o filho gerado no encontro fortuito de fim de semana, irá se desenvolver no útero materno, estreitando os vínculos materno-filiais, enquanto os vínculos de paternidade, na maioria das vezes, irão se perder no pó da estrada, por onde o pai anônimo segue em busca de novas aventuras sexuais e, muitas vezes, sequer amorosas, apenas satisfazendo seus instintos de macho reprodutor.
No decorrer desta longa história, as conseqüências da maternidade, muitas vezes precoce, corta sonhos adolescentes, possíveis carreiras e melhorias profissionais que iriam decorrer do aprimoramento da formação educacional da jovem mulher. Sob o peso do custo das fraldas, do trabalho improvisado ou do subemprego, surpreendidas pela maternidade, carregam seus filhos em duplas jornadas de trabalho, com o auxílio de parentes e vizinhos que tentam suprir, por sentimento de obrigação ou solidariedade, a falta de estrutura que seria proporcionada pelo inexistente planejamento familiar. Na maioria das vezes, também em tempo precoce, serão avós e bisavós, mantendo-se a triste tradição de uma vida de amarguras diárias, onde estas heroínas, mulheres guerreiras e aguerridas, sofridas, teimosamente sustentam filhas e netos, com suas magras pensões previdenciárias ameaçadas de falência. Triste quadro descritivo da sociedade brasileira, onde o estado também não oferece estruturas adequadas de creches para a mãe que trabalha.
E vamos nós, automaticamente, comemorar mais um Dia Internacional da Mulher! Comemorar o que?... Será que realmente temos o que comemorar?... Deixo aqui a indagação. Mas por isso mesmo, por todas as dificuldades atravessadas, parabéns a essas mães falíveis e possíveis, que fazem o impossível para levar adiante a criação de seus filhos e filhas, doando de si mesmas, aquilo que muitas vezes nem receberam. A elas, lembro a fala do Mestre Jesus, às mulheres do mercado ao redor do Templo Judaico: Mulheres! Guardai vossos corpos!Não no sentido da desnecessária repressão sexual, mas no sentido do cuidado,  valorização e proteção de seus corpos e de seus sentimentos, para que saiam da condição de objeto de desejo masculino, estabelecendo limites necessários no mapa de aproximação. Criando critérios de compromisso de parte a parte, para que seja restabelecido o meio termo entre o prover e o cuidar; entre o papel masculino e o feminino. 
Pierre Weil, em O Fim da Guerra das Sexos[1] propõe que a humanidade caminhe em direção ao ponto de equilíbrio entre estes dois extremos, dentro de cada ser humano, seja homem ou mulher. Isto possibilita a redução das diferenças culturais na criação de cada sexo, o que permite a aproximação da visão de mundo de ambos e facilita as relações. E, para finalizarmos este pequeno ensaio reflexivo, peço atenção às mães de futuros maridos: Somos nós que mantemos o machismo, quando educamos de forma permissiva,os nossos filhos. Vamos oferecer bons pais de família à sociedade do futuro? Feliz Dia Internacional da Mulher!!!

                                                      Sueli Meirelles, em Nova Friburgo, 08 de Março de 2017


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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

A CASA DE MICA


...Naqueles dias não havia rei em Israel:
Cada qual fazia o que parecia direito aos seus olhos.
(Juízes, 17)

            Esta passagem do Texto Sagrado do Cristianismo se refere a um tempo em que o povo hebreu, recém-saído de um período de dois mil anos de cativeiro no Egito, era um povo nômade, em meio ao deserto.
            Como nesses difíceis tempos bíblicos, vivemos, hoje, um processo semelhante. Sob os efeitos da globalização econômica, somos convocados à convivência diária com uma multiplicidade de costumes e crenças, desde os instituídos pelos imigrantes e escravos que aqui aportaram, para formar o caldeirão cultural que hoje é o Brasil, até os novos cultos que vêm surgindo a cada dia. Esta liberdade cultural, ao mesmo tempo em que é um avanço civilizatório, que permite que caminhemos em direção à autenticidade e à unidiversidade, traz-nos, também, dificuldades de convivência com o diferente, sempre que consideramos que a nossas crenças são melhores e mais corretas do que as dos outros. Silenciosamente, estamos a caminho da exacerbação do sectarismo religioso, correndo sérios riscos de que uma nova inquisição seja instalada pelo fundamentalismo religioso.
            Isto coloca nas mãos dos líderes de todas as religiões cultuadas no Brasil, a delicada e importante tarefa de esclarecer os seus fiéis, quanto às questões mais profundas que constituem as práticas da fé. Num país de escolaridade precária como o nosso, a ignorância constitui a besta apocalíptica, que se não for dissolvida à luz do conhecimento, manterá nosso povo aprisionado pelo medo, diante de tudo aquilo que desconhece, personificado pela figura medieval de satanás. Os líderes religiosos são os privilegiados que têm acesso ao conhecimento e à cultura de outros povos e tradições, cabendo-lhes, através da conscientização, mostrar que a religiosidade transcende a forma como cada religião é praticada e que, em essência, todos buscam, igualmente, o sentido de religar-se com um Deus Único.
            Nestes dois mil anos de Cristianismo, nunca se viu tanta diversidade de práticas religiosas. A cada dia, em cada esquina, surge um templo com uma denominação diferente, sempre que os seus líderes divergem em algum ponto da doutrina ou em alguma questão econômica, fator essencial do mercantilismo religioso. Como na casa de Mica, cada qual faz o que parece direito aos seus olhos, levando consigo uma multidão de cegos espirituais, que temem a Deus e, assustados, podem pisar naqueles que são os seus semelhantes, mas que são identificados e rejeitados como diferentes; como os inimigos que cultuam outro deus, como se Deus pudesse ser dividido em pedaços: O meu Deus, o seu deus... O meu com D maiúsculo, o seu com d minúsculo.
 Sabemos que na história da humanidade, sempre que o outro é desvalorizado no seu saber e na sua cultura, facilmente, em nome de Deus, ele pode ser levado à fogueira, não para que morra, claro, mas para que sua ”alma seja purificada”. Em todas as guerras, sejam econômicas, políticas ou religiosas, os fins justificam os meios...
Talvez, como solução para este problema que se avizinha, pudéssemos, todos, tornar-mo-nos verdadeiros Cristãos, reunindo-nos em torno da Presença do Mestre Jesus, que através do Novo Testamento, nos deixou uma mensagem de amorosidade e compaixão para com os diferentes, dizendo-nos: Ama a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a ti mesmo..

Sueli Meirelles: Especialista em Psicologia Clínica. Pesquisadora de Fenômenos Psicoespirituais. Consultora em Desenvolvimento Humano, Saúde Integral, Ecologia Integral, Educação para a Paz e Implementação de Projetos Sociais.




terça-feira, 27 de dezembro de 2016

REPROGRAME-SE PARA O NOVO ANO

O Ser Humano Integral tem uma estrutura quaternária: A primeira é a estrutura funcional, representada pelos padrões mentais que direcionam todo o organismo. A segunda é a estrutura energética, composta pelas emoções positivas ou negativas, originadas nos padrões mentais. A terceira é a estrutura bioquímica, através da qual os comandos emocionais de energia são transformados em comandos bioquímicos, fluindo pelo meio líquido do corpo. A quarta é a própria estrutura do corpo físico, a qual reflete tudo aquilo que ocupa a mente.
Habituadas aos conceitos científicos que vigoraram nos últimos séculos, as pessoas percebem as situações adversas como algo externo a si mesmas, perdendo contato com o poder de harmonização que já existe em seu interior. Este poder auto-organizador, que já constitui a essência do Ser Humano, é a base da saúde física, emocional, mental e espiritual, acessível a todos aqueles que se dispõem a dedicar um pouco do seu tempo, em busca do autoconhecimento. Quando isso acontece, para sua própria surpresa, a pessoa descobre que sua mente inconsciente, que é inteligente e poderosa, através de uma linguagem simbólica, como a linguagem dos sonhos, comanda todo o organismo, contribuindo para que ela seja feliz ou infeliz; bem ou mal sucedida; saudável ou não. Aliás, o termo saudável tem o mesmo radical lingüístico de salvação, significando estar a salvo de algo prejudicial à saúde ou à vida.
Quando em estado de relaxamento, o inconsciente, que corresponde ao Sistema Nervoso Autônomo, torna-se acessível às sugestões do consciente, permitindo a substituição de padrões mentais negativos, por outros mais positivos, o que, por sua vez, irá se refletir em todos os aspectos da vida de uma pessoa.
Partindo deste conhecimento e, aproveitando a chegada de um novo ano, reprograme-se, estabelecendo metas construtivas para si mesmo:
Procure um lugar tranqüilo, sente-se confortavelmente, feche os olhos e comece a respirar bem fundo. Perceba que a princípio, as preocupações que habitualmente ocupam a sua mente começam a vir à tona. Imagine-as saindo como pequenas bolhas de sabão, estourando diante de seus olhos e, imediatamente, desaparecendo. Faça isto, até que nenhum outro pensamento interferente apareça. Desta forma, você estará aquietando a sua mente consciente, para que ela se conecte com a sua Sabedoria Interna, guardada no mais profundo do seu Inconsciente.
Faça, então, uma revisão do ano que terminou. Coloque-se como observador de sua própria vida. Faça isto sem julgamentos ou culpas. Lembre-se de que erros e acertos são formas de aprender o que fazer e o que não fazer. Olhe para os seus erros e perdoe-se, porque você fez o melhor possível, de acordo com o seu conhecimento naquele momento. Se as emoções aparecerem, deixe-as sair livremente: Traga à consciência a raiva, o medo, a tristeza ou a dor que tais acontecimentos lhe causaram, libertando-se das emoções negativas. Se você quiser uma representação mais concreta para si mesmo, escreva tudo isto numa pequena folha de papel e queime-a. Olhe a chama consumindo suas frustrações, e pense no que você pode retirar de positivo dos seus próprios erros. Lembre-se de que, com os erros, aprendemos o que não fazer. Deixe sua mente descansar, serenamente, por alguns minutos, concentrando a sua atenção, em sua própria respiração; apenas sentindo-se vivo/viva.
Imagine, agora, que você está no início de um novo caminho de vida, onde você encontra uma mochila com todos os recursos que você trouxe, para cumprir a sua missão existencial. Pegue a mochila, abra-a e, com os olhos da sua mente, veja o que ela contém... Quais são as suas habilidades naturais; aquilo que você sabe fazer muito bem; aquilo que você é capaz de realizar e que lhe traz prazer. Imagine-se pronto para seguir seu caminho, e olhe à sua volta: A paisagem à direita representa a sua percepção racional em relação à vida, e a paisagem à esquerda, representa a sua percepção emocional. Observe o que aparece, e busque compreender como o seu Inconsciente representa estas percepções. Observe se no seu caminho aparecem impedimentos, e como você lida com eles. Aprenda com a Sabedoria da Vida, que o rio alcança o mar, porque contorna os obstáculos. Procure perceber que, em algumas situações, você pode estar sendo radical ou intransigente, e isto pode estar lhe impedindo de ser bem sucedido (a). Reprograme-se para ser mais flexível, adaptando-se melhor aos imprevistos, para que você possa atravessá-los e seguir em direção às suas realizações.
Com os olhos da sua mente, olhe para o seu objetivo, lá adiante. Veja-se agindo, ouça-se falando, e sinta-se realizando esta meta. Busque seus sentimentos neste momento. Deixe que o prazer da realização vibre por todo o seu Ser. Imagine-se olhando para o caminho percorrido, e perceba qual foi o passo importante, que permitiu que você alcançasse o seu objetivo de vida. Este é o ponto principal, sobre o qual você poderá promover mudanças de comportamento, transformando-se numa pessoa mais positiva e construtiva. Imagine-se tendo concretizado o seu objetivo - Estabeleça metas positivas e que só dependam de você mesmo (a) para serem concretizadas – Avalie a viabilidade dessas metas. A diferença entre um sonho e um projeto é o conhecimento dos passos que conduzem ao objetivo estabelecido.
Deixe que estas novas informações tomem consistência em todo o seu Ser e prepare-se para 12 meses promissores e Plenos de Realizações. Feliz Ano Novo!

Sueli Meirelles - Professora, Pesquisadora e Especialista em Psicologia Clínica. CRP 05/11601. MBA em Gestão de Projetos. Escritora e Palestrante.

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domingo, 11 de dezembro de 2016

CENÁRIOS - Artigo



                Todas as medidas de tempo e espaço são meros referenciais, para nossa organização no mundo tridimensional em que vivemos. Assim como as fronteiras geográficas delimitam espaços entre cidades e países, sem que tenham formas físicas delineadas, as medidas de tempo: Segundos... Dias, meses, anos... Séculos, são conceitos culturais que nos permitem agendar compromissos e medir o tempo durante o qual permanecemos numa reunião, no trabalho, no laser ou até mesmo no planeta Terra, em termos de duração de vida. Porém, verdadeiramente, o tempo não existe! É uma ilusão! Segundo Platão, Filósofo Grego, em seu texto O Mito da Caverna, o que chamamos de realidade, são apenas as sombras projetadas na parede fronteira, pela Luz que vem do exterior. E isto muda tudo! Mas, sem a ilusão das medidas de tempo e de espaço, nossa vida concreta seria caótica. Assim sendo, convencionamos que mais um ano está chegando ao final. O que podemos dizer de 2016? Que palavras melhor poderiam definir o ano que termina? Confuso, difícil, inseguro, sofrido... Ano de desconstrução civilizatória? Ano de expurgo? Ano de realizações, para quem? Certamente formaturas, casamentos, nascimento de filhos, viagens... Afinal, toda situação tem dois lados!...
E agora? O que temos pela frente? Quais os caminhos que se apresentam em 2017? Através das Redes Sociais e Canais do Youtube, nas mídias sem edição dos novos tempos, uma infinidade de ângulos e cenários apontam numa mesma direção: Com certeza absoluta, estamos vivendo um tempo de intensas transformações. Mas, que transformações são essas? Elas variam desde as referências esotéricas e espiritualistas ao planeta Nibirú, que com sua energia densa afetará o campo eletromagnético da Terra, o campo mental e emocional da humanidade, a ecologia do planeta, etc... Até o comportamento da própria humanidade, que gera os movimentos migratórios, as guerras localizadas, as possibilidades de uma revolução, pelo esgotamento das reservas financeiras e emocionais do povo brasileiro e talvez do mundo!?... O que virá?
Esperamos e pedimos aos céus, que o bem prevaleça! E este é o ponto principal: Neste plano de dualidade em que vivemos o bem e o mal, a luz e a sombra habitam dentro de cada um de nós, seres humanos. Pensamentos positivos e negativos desafiam nossas escolhas e disputam nossas ações. Livre Arbítrio é  a Lei Maior da evolução! O que vamos privilegiar? Se dermos atenção ao negativo, ele será alimentado e, certamente irá se manifestar em nossa realidade. Quem olha para o céu, vê o céu; quem olha para o chão, vê o chão. Que direção nós daremos aos nossos olhares, nesta virada de ano? Que probabilidades nós queremos visualizar para 2017? As pesquisas nos mostram que se tivermos 10% de membros de uma espécie sintonizados em novo padrão de comportamento, os outros 90% seguirão o modelo. Vamos então pedir por dias melhores, de uma forma bem simples? Junte suas mãos em prece, oração, reza... Diante do peito. Concentre sua atenção em seus dedos polegares (dedo da proximidade) e peça melhores pensamentos, sentimentos, palavras e ações para os seus familiares para que as relações sejam mais haromônicas. Concentre sua atenção em seus dedos indicadores (dedo da acusação) e peça melhores pensamentos, sentimentos, palavras e ações para todos os que divergem entre si; peça que os opostos se tornem complementares e que as relações sociais sejam melhores. Concentre sua atenção nos seus dedos médios (dedo da liderança) e peça melhores pensamentos, sentimentos, palavras e ações para todos aqueles que têm as tarefas decisórias das empresas, da justiça, dos governos, da política, das nações. Concentre sua atenção nos seus dedos anulares ( dedo dos anulados) e peça por todos os que sofrem ( idosos, crianças, doentes, presidiários, imigrantes, os que têm fome ou sede, os que estão sem casas ou empregos e peça melhores pensamentos, sentimentos, palavras e ações, para que eles possam resgatar seus direitos, auto-estima e dignidade. Concentre a sua atenção nos seus dedos mínimos ( dedo da humildade) e peça para si mesmo (a), melhores pensamentos, sentimentos, palavras e ações, conscientemente sabendo que, se você mudar seu padrão mental, neste exato momento e cada emanação de vida, no Planeta Terra fizer o mesmo, instantaneamente, tudo será diferente. Vamos experimentar...?

SUELI MEIRELLES: Professora, Pesquisadora e Psicóloga Clínica do CIT – Colégio Internacional de Terapeutas e Coordenadora do CIT/BRASIL
Hipnoterapeuta e Terapeuta de Regressão, há 30 anos cuidando do Ser Humano Integral.
Criadora do Método Meirelles de Reprogramação Mental
 Fundadora e Coordenadora do Instituto Vir a Ser e do CARROSSEL DE LUZ – Grupo de Pesquisas Noéticas.
Membro do CIT/ALUBRAT/UNIPAZ/IONS
Consultora em Desenvolvimento Humano, Saúde Integral, Ecologia Integral, Educação para a Paz e Implementação de Projetos Sociais.

Site: www.suelimeirelles.psc.br

           Email: suelimeirelles@gmail.com

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

À ESPERA DE SER AVÓ - Poema de Sueli Meirelles



Nunca pensei que fosse assim:
Sentir amor em dobro
Por alguém que não nasceu de mim...

Mas a verdade é que estou babando a toa,
 Tão só,
Por pensar em ser avó.

Cada roupinha de bebe
Adquire novo encanto
Quando penso em te-lo no colo,
Para um simples acalanto.

E assim vou curtindo a espera,
Até que a doce quimera
Se torne a realidade
De te-lo aqui de verdade.

Sorrindo...Andando... Falando...
Cumprindo seu novo papel:
Ser, simplesmente,
Meu netinho GABRIEL.


                                                  Sueli Meirelles, em 16/05/11 (Data da Ultra)
Whatsapp: 55 22 99955-7166
Email: suelimeirelles@gmail.com